Sinto-te como um pequeno menino, olho para ti e ao contrário de todos presinto que te falta protecção, que te falta algo. Aptece-me abraçar-te, dar-te apoio, tentar arranjar o que te falta, mesmo não sendo eu que te o dê.
Não sei mais o que pensar, o que fazer sem evitar o inevitável. Estás a cair e eu estou a ir contigo, sem desejar, sem o ter pedido. Tento lutar contra esse teu vento, esse teu mundo que me arrasta, tal qual um furacão.
Preciso de me afastar, caso contrário irei perder-me contigo num sítio que nunca conheci, e aí a desprotegida serei eu, se já não o sou.
Deixa de dar cabo de mim, faz com que o que eu sei que nasce morra. Evita tudo isto, não me faças magoar para não mais recuperar.
Ajuda-me, eu já não me sei ajudar
Inevitavelmente o que fizeres eu faço
Talvez um dia mude
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